
A Paróquia de Santo António dos Olivais nasceu em 1854, depois de os frades franciscanos terem sido extintos e a igreja ter passado ao clero da Diocese. A paróquia manteve a área geográfica da freguesia civil até 1934, quando foram criadas as paróquias de S. José e das Torres do Mondego.
Em 1974, a paróquia voltou ao cuidado pastoral dos Franciscanos (Conventuais), Ligados à Província de Pádua (Itália). O território que nessa altura definia a paróquia era o mesmo de hoje. Quatro anos depois, porém, à paróquia de Santo António é anexada a Reitoria do Dianteiro, com as Capelas da Carapinheira da Serra e da Cova do Ouro – Serra da Rocha. Entretanto, em 1986, é construída, no território da paróquia de Santo António, a nova Capela da Rocha Nova.
Não se deve esquecer que, desde 1949 existe, no território da Paróquia, uma Capela, com anexo Convento dos Frades Menores, que teve (e tem) notável impacto na pastoral não só da paróquia, mas da própria cidade de Coimbra.
Resumindo, atualmente, a Unidade Pastoral abrange 10 locais de culto: Igreja de Santo António dos Olivais, Mosteiro de Santa Maria de Celas, Capela dos Mártires de Marrocos (Capela dos Franciscanos), Capela de S. Sebastião, Capela do Tovim, Capela da Rocha Nova, Capela do Casal do Lobo, Igreja do Dianteiro, Capela da Carapinheira da Serra e Capela da Cova do Ouro.
DADOS HISTÓRICOS MAIS SIGNIFICATIVOS
Depois da supressão das Ordens e Congregações religiosas de 1834, o Convento e a Igreja de Santo António dos Olivais passaram ao Clero diocesano e, em 1854, foi criada a paróquia de Santo António dos Olivais, constituída por 750 fogos e abrangendo um vasto território da cidade de Coimbra.
A paróquia manteve a área geográfica e administrativa até à 1934, quando foram criadas a paróquia de S. José e a paróquia de Torres do Mondego.
- Em 1968, nasce a paróquia de Nossa Senhora de Lurdes, que anexa, também, alguns lugares pertencentes à paróquia de Santo António dos Olivais.
- Em 1974, a responsabilidade da paróquia é confiada, pelo Bispo de Coimbra, D. João Saraiva, à Ordem dos Frades Menores Conventuais.
- Em 1978, o bispo D. João Alves entrega ao cuidado da comunidade dos mesmos frades a Reitoria do Dianteiro.
Os Párocos da paróquia de Santo António dos Olivais, desde a sua fundação até hoje, foram:
- Pe. Joaquim Paes de Almeida (1855-1879)
- Pe. Prudêncio Quintino Garcia (1880-1902)
- Pe. Cristiniano Pinto da Gama (1903-1911)
- Pe. José Homem de Figueiredo (1911-1912)
- Pe. Francisco Nunes Xavier e Pe. José Maria da Silva (1913-1915)
- Pe. Manuel Estrela Ferraz (1915-1952
- Pe, José Martins da Cruz Dinis (1954-1974)
- Frei Emanuel Brídio (1974-1975)
- Frei Lucas Brídio (1975-1977)
- Frei Paulo Beretta (1978-1988)
- Frei Severino Centomo (1988-1997)
- Frei João pedro Valbusa (1997-2001)
- Frei Eliseu Moroni (2001-2005)
- Frei Domingos Celebrin (2005-2021)
- Frei Fabrizio Bordin (2021- …)
Igrejas e Capelas

- Igreja de Santo António dos Olivais (Matriz)
- Mosteiro de Santa Maria de Celas
- Capela dos Mártires de Marrocos (Capela dos Franciscanos)
- Capela de S. Sebastião
- Capela do Tovim
- Capela da Rocha Nova
- Capela do Casal do Lobo
- Igreja do Dianteiro (Reitoria do Dianteiro)
- Capela da Carapinheira da Serra (Reitoria do Dianteiro)
- Capela da Cova do Ouro (Reitoria do Dianteiro)
O site santoantonioolivais.pt é propriedade da Fábrica da Igreja Paroquial de Santo António dos Olivais, com sede em Coimbra, Rua Brigadeiro Correia Cardoso, 18, 3000-083 COIMBRA, com o NIF 501 131 914, sendo os seus conteúdos editoriais da responsabilidade da Comunidade Franciscana do Convento de Coimbra dos Frades Menores Conventuais.
Este site herda a herança da revista “Mensageiro de Santo António”, criada pela Ordem dos Frades Menores Conventuais. A revista terminou a sua edição em 31 de dezembro de 2023, ficando o seu arquivo digital alojado no site santoantonioolivais.pt.
O site acolhe ainda a Folha da Comunidade Paroquial, PICA-PAU, uma folha semanal informal em formato papel e digital, tenciona vir a editar um boletim digital “Santo António, de Coimbra para o mundo” e retomar, em 2026, a edição, em papel do “Calendário Antoniano”.
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