Ensinar a Olhar, aprender a Voar
Que tempo têm, hoje, as crianças para “engolir com o olhar” os assombros do mundo?
Como olham as realidades com as quais se confrontam todos os dias?
Que tempo têm, hoje, as crianças para “engolir com o olhar” os assombros do mundo?
Como olham as realidades com as quais se confrontam todos os dias?
A fé cristã nasce, não de imaginações interiores, pessoais ou coletivas, mas de uma experiência concreta oferecida como dom pelo Senhor ressuscitado aos seus discípulos.
As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e
de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos
discípulos de Cristo… Gaudium et Spes, 4 (1965).
O Especial do mês de março é dedicado à JMJ – Lisboa 2023. É o primeiro de três que a revista “Mensageiro de Santo António” apresentará aos seus leitores. O primeiro dá o Lá-Mi-Ré às Jornadas, por isso, fomos bater à porta do autor da letra do Hino desta JMJ: o Pe. João Paulo Vaz.
O milagre do roseiral Francisco, para vencer uma tentação, atira-se nu sobre um roseiral. Tamanho era o seu amor a Deus, que não teria temido as feridas infligidas pelos espinhos das rosas, para permanecer fiel à sua vocação de consagração total ao Senhor. Mas, eis o milagre! As rosas perderam …
Aftersun, de Charlotte Wells, Drama, M/12, 2022, EUA, Reino Unido. É um filme que não se deixa ‘apanhar’ à primeira. Um filme tão encantador, tão generoso, tão verdadeiro, que com tanta simplicidade e humildade põe diante de nós o tanto que há de insondável nos laços que nos tecem e constroem, no meio de tanta fragilidade e tantos erros.
Obra: A Tarde do CristianismoAutor: Tomás HalíkEdição: PaulinasPáginas: 312 O nome do teólogo checo Tomás Halík já se tornou conhecido entre nós graças a uma série de traduções de obras suas que nos foram chegando, revelando-o como uma das vozes contemporâneas mais originais na hora de pensar a vivência cristã …
Esta visita é um mergulho no mundo da pobreza e da violência. É entrar nas zonas onde a paz é apenas sonho e onde a dura realidade da exploração é servida diariamente.
Litografia com o Retrato do glorioso Santo António de Pádua, da Igreja de Aracoeli em Roma, editado em Lisboa,1914, com o responso a Santo António em português e latim. Museu de Lisboa – Santo António MA.GRA.158.
Não é o amor, na verdade, que nos assusta. É a nossa vulnerabilidade, o medo de que, ao nos entregarmos a alguém, deixemos de ser respeitados e acabemos por sofrer.
É o risco inerente ao amor, que, no entanto, não tem alternativa: só o amor é capaz de nos libertar de todos os nossos medos.
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