Tenho medo de ser feliz
Precisamos aprender a cansativa e humilde arte de nos amarmos a nós mesmos, na esperança tenaz e paciente da própria realização que só pode ser encontrada arriscando e amadurecendo as escolhas que dão sentido e gosto à vida.
Precisamos aprender a cansativa e humilde arte de nos amarmos a nós mesmos, na esperança tenaz e paciente da própria realização que só pode ser encontrada arriscando e amadurecendo as escolhas que dão sentido e gosto à vida.
Quanto a nós, como casal, o mais importante foi garantir que todos estavam bem e aproveitavam ao máximo.
O que trazemos na bagagem? Sorrisos, pessoas, um coração cheio e com pressa de construir uma Igreja de “todos, todos, todos”.
Francisco incitou-nos a procurar, a arriscar e a sermos Mestres da Esperança.
Nenhum de nós é cristão por acaso, todos fomos chamados pelo nosso nome. Ao princípio da teia da vida, ainda antes dos talentos que possuímos, antes das sombras, das feridas que trazemos dentro de nós, recebemos um chamamento. Fomos chamados, porquê? Porque amados. Fomos chamados, porque somos amados.
Foi a experiência mais bonita e divertida das nossas vidas! Famílias de Acolhimento | Maria Inês (11 anos) e Manuel (9 anos) Assim que soubemos da JMJ, ficámos muito entusiasmados para acolher peregrinos em nossa casa. Após longas conversas e pedidos, passaram de 4 a 6. Por vontade do Manuel …
Famílias de Acolhimento | Família Henriques Matos A nossa experiência de acolhimento vem das vivências da aldeia. Oferecer refeições em nossa casa aos elementos da Filarmónica era até agora a nossa única experiência de acolhimento de pessoas desconhecidas. Os nossos pais deram-nos um exemplo de generosidade e de serviço. Também …
Famílias de Acolhimento | Família Pereira Alarcão No início do ano escutista soubemos que a nossa Paróquia iria receber Peregrinos para a JMJ. Essa comunicação suscitou, desde logo, vontade e decisão de fazer parte deste Projeto. Formalizada a inscrição como Família de Acolhimento, iniciou-se a contagem decrescente dos dias para …
Estamos ainda a surfar a onda do amor, entusiasmo e esperança provocada pelo encontro de tantos
jovens de todo o mundo e pelas palavras diretas ao coração do nosso querido Papa Francisco, mas
em breve a onda vai quebrar e o risco de descansar na praia sempre espreita.
Que levamos connosco ao regressar à vida quotidiana? À pergunta o papa respondeu com três verbos: resplandecer, ouvir, não temer.
Naquele dia, veio-me a certeza de que qualquer luta só se vence na ação, que cuida, abraça e protege coletivamente. As desesperanças não mudarão o futuro de crianças e jovens. A paz é exigente. Demanda a ação. Convoca a esperança. O envolvimento e o vínculo. Exige a palavra e o gesto que, ao se repetirem − recuperam, reconstroem e transformam.
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