São Francisco, Santo António e o Papa Francisco

São Francisco de Cimabue fresco na Basílica de Assis, Santo António de Giotto, Basílica de Santo António de Pádua, Papa Francisco

O Ano Jubilar de São Francisco coloca a pergunta essencial sobre como viver o Evangelho num mundo marcado pelo poder, pela riqueza e pela violência.

Francisco obriga-nos a perguntar: quanto precisamos realmente para viver? Quem consideramos nosso irmão? O que fazemos com o poder que possuímos? Como tratamos os frágeis? Que mundo deixaremos aos que vierem depois de nós?

Santo António acrescentaria outra pergunta: temos coragem de dizer a verdade diante do poder e da injustiça?

E o Papa Francisco acrescentou uma terceira: somos capazes de construir uma fraternidade que atravesse fronteiras, culturas, religiões e diferenças?

O Perdão de Assis no Ano Jubilar Franciscano

Porciúncula, a pequena igrejinha reconstruída por São Francisco e que hoje está no interior da Basílica de Santa Maria dos Anjos, em Assis. FOTO de Alekjds | Wikimedia Commons.

A 2 e 15 de agosto, a Igreja celebra o Perdão de Assis, concedido a São Francisco, em 1216, como um apelo à reconciliação e à paz.
Neste Ano Jubilar Franciscano 2026, marcado pelo VIII Centenário da morte de Francisco de Assis, ressalta a importância deste dom, que promove o encontro com Deus e os irmãos, oferecendo esperança em tempos de conflito.

2026: Santo António dos Olivais, Igreja Jubilar em Coimbra

Igreja convento de Santo António dos Olivais Coimbra no VIII Centenário da Páscoa de São Francisco de Assis - Igreja Jubilar

Em 2026, celebra-se o oitavo centenário da Páscoa de São Francisco de Assis, marcado por um Ano Jubilar que promove reconciliação e espiritualidade. A Igreja de Santo António dos Olivais, em Coimbra, é designada como igreja jubilar, convidando à reflexão sobre o Evangelho e à prática da paz e do cuidado com a criação.